quarta-feira, 27 de março de 2019

Marchas Nativas: As Lutas Sociais Indígenas * Antonio Cabral Filho - RJ

Marchas Nativas: As Lutas Sociais Indígenas
-g1.oglobo-
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Os descasos do desgoverno "bozzonazzi" não são poucos. Desde ao estímulo ao ódio a violência se espalhou no país, como ocorrido em Suzano - SP. 

O desmonte dos órgãos públicos - ministérios e secretarias - trabalho, cultura, ciência e tecnologia - foram passos decisivos no esfacelamento de políticas sociais.

Sua visão monetarista com saúde e educação gerou o abandono puro e simples das políticas de governo com esses setores dos serviços prestados à sociedade, ocasionando o afastamento do público usuário ao convívio com tais instituições. A demissão e o descaso com os salários - em apenas 3 meses - fizeram com que médicos e professores fossem em busca de outras fontes de sobrevivência, com a população jogada à míngua.

A maior prova disso é a extinção da Secretaria Especial de Saúde Indígena - SESAI, que levou milhares de indígenas desassistidos aos protestos dos dias 25, 26 e 27 de março, ocupando rodovias, praças e órgãos públicos em ação contra a medida.

A iniciativa dos Povos Indígenas aponta o caminho a todo o povo pobre e trabalhador brasileiro, as maiores vítimas da "bolsonarização" das políticas sociais brasileiras:

OU A GENTE SE UNE
OU A ENTE SE eSTINGue
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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Notícias Pankararus * Antonio Cabral Filho - Rj

Notícias Pankararus
A situação do Povo Pankararu inspira preocupações. Por isso convido a todos a ver este video e peço a colaboração na denúncia com os descasos para com a sua aldeia. Ela vem sendo invadida por "posseiros", que chegam armados e ocupam-na a título de produtores agrícolas. Infelizmente, as ações do Estado tem sido insuficientes.
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Mais aqui...
1 - CIMI
https://cimi.org.br/2018/06/desintrusao-da-ti-pankararu-e-suspensa-e-aguarda-julgamento-do-trf-5-para-ser-concluida/ 
2 - Instituto Ambiental
https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Pankararu 
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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Violência Rural: Minas Gerais * Antonio Cabral Filho - RJ

Violência Rural: Minas Gerais
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Conforme a velha tradição mineira, índio é preguiçoso e negro, vagabundo. Assim, as terras tradicionalmente reservadas aos povos naturais - "índio é a..." - bem como as áreas quilombolas, são desde sempre alvo da cobiça dos grileiros de todas as origens. 

Nos tempos do generalato da ditadura militar, pequenos proprietários, posseiros, quilombolas e comunidades nativas eram assaltados no meio da noite sem lua pela jagunçada dos latifundiários, e quem reagisse "era comunista..."
Naquela época, os sindicatos de trabalhadores rurais eram "cassados" sob as acusações mais ridículas e postos na ilegalidade. Desde então foram surgindo outras formas de organização popular, das quais a mais proeminente é o MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - paralelamente às entidades quilombolas e nativas.
Devido a isso, a grilagem ficou "excitada" e tentou dar um passo na militarização da jagunçagem, criando a UDR - União Democrática Ruralista. Mas não teve sucesso, devido ao seu espírito truculento na relação com o empresariado do agronegócio, que não está interessado apenas em terras, mas em tudo que ela possa gerar...
Uma vez desarticulada, restou aos "assaltantes rurais" alguns políticos serviçais de alguns partidos do tipo PSDB, representação do que há de pior na elite política brasileira. Paralelo a ele, há uma reca de partidecos - apenas legendas de aluguel - que vem servindo de guarda-chuva a todo tipo de "batepau" das oligarquias mineiras, não apenas agrícolas.
Mas com o surgimento e avanço do PT - Partido dos Trabalhadores, o latifundiário não mais pensa duas vezes em liquidar lideranças, invadir e destruir sítios, quilombos e reservas das camadas menos favorecidas da sociedade, sobretudo mineira. Sobretudo agora, no "brasil do golpe", o trabalho do CIMI - Conselho Indigenista Missionário, e da Pastoral da Terra, aliados aos demais movimentos sociais, tem sido fundamental para contrapor alguma resistência aos desmandos capitalistas no mundo agrícola de Minas Gerais.

Bom, tudo que disse acima, serve apenas para chamar a atenção para o documento da Confederação Nacional da Agricultura - CNA - dirigido ao testa-de-ferro do golpe michel temer solicitando a revogação do Decreto 6040, criado por Luis Inácio Lula da Silva, em 2007 instituindo a política nacional  de desenvolvimento sustentável dos povos e comunidades tradicionais. Tal iniciativa se deve ao aborto direitista chamado "bancada da bala mineira" com o intuito de se apoderar do pouco que ainda resta de quilombos, reservas e pequenas propriedades rurais naquele estado. 

Não temos tempo a perder. Vamos pra cima deles, com o apoio de todos os movimentos sociais, das igrejas comprometidas com os valores cristãos, das Comissões de Direitos Humanos e de toda a mídia que não tem as mãos sujas do sangue dos menos favorecidos em nosso pais.

Todo apoio aos povos naturais
Todo apoio aos quilombolas
Todo apoio aos Trabalhadores Rurais Sem Terra
Todo apoio à preservação ambiental
!!!

domingo, 10 de junho de 2018

ÍNDIOS - Direitos Originários e Territorialidade * Antonio Cabral Filho - RJ

Índios
direitos originários e territorialidade
https://pt.scribd.com/document/381446385/INDIOS-E-TERRITORIALIDADE-1-4947684548398809108-ANTONIO-CABRAL-FILHO-RJ 
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domingo, 27 de agosto de 2017

Golpista Temer Condena o Povo Guarani * CIMI

Governo Temer Condena os Guarani por Crimes do Estado Brasileiro - Nota do Cimi sobre a Portaria 683/17 do Ministério da Justiça


É injusta, discriminatória, vergonhosa e genocida a iniciativa do governo Temer, por meio do Ministro da Justiça Torquato Jardin, de anular a declaração de tradicionalidade Guarani da terra indígena Jaraguá, no estado de São Paulo. Ao anular a portaria 581/15, que reconhece como de posse permanente dos Guarani uma área aproximada de 512 hectares, por meio da Portaria 683/17, publicada neste 21 de agosto, o governo Temer condena mais de 700 Guarani a viverem confinados em 03 hectares de terra, espaço flagrantemente insuficiente para os mesmos viverem de acordo com seus usos, costumes, crenças e tradições.

Ao tentar justificar a anulação da Portaria 581/15 afirmando que a mesma só teria legalidade e validade se publicada no máximo 5 anos após a demarcação dos 03 hectares, em 1987, o governo Temer pune os próprios Guarani pela omissão e morosidade do Estado brasileiro. Com a Portaria 683/17, o governo Temer anula o direito dos Guarani à sua terra pelo fato deste direito não ter sido reconhecido há, pelo menos, 25 anos pelo Estado brasileiro.  Ao culpar e punir as vítimas, Temer eleva ainda mais o nível de cinismo e de injustiça do seu governo.

Não restam dúvidas de que o governo Temer é o mais antiindígena desde a ditadura militar. Além de não ter publicado portarias declaratórias e decretos de homologação de terras indígenas, Temer agride os povos originários e seus direitos com radicalismo e recorrência. Dentre outras iniciativas, neste sentido, podemos citar: a Portaria 80/17, que institui um Grupo de Trabalho para rever procedimentos de demarcação de terras indígenas no âmbito do Ministério da Justiça; o Decreto 9010/17, que eliminou mais de 300 cargos do quadro de pessoal da Fundação Nacional do Índio (Funai); o Parecer 001/17 da AGU, aprovado pelo Presidente Temer, que, em total desrespeito às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), obriga toda a administração pública a aplicar a tese do Marco Temporal e condicionantes em todos os processos de demarcação de terras indígenas no Brasil.

O governo Temer funciona como um escritório avançado de latifundiários e de grandes corporações empresariais, muitas delas multinacionais, ligadas ao agronegócio no Brasil. Enquanto estes espalham o terror no campo e nas florestas por meio de assassinatos em série e grilagem em massa de terras públicas, o governo Temer os premia e os ajuda estruturalmente na tentativa de eliminarem os povos indígenas, quilombolas, pescadores e pescadoras artesanais, demais comunidades tradicionais, pequenos agricultores, posseiros, campesinos e trabalhadores rurais sem terra no Brasil.

A exportação de commodities agrícolas é o combustível que abastece e legitima o funcionamento dessa máquina da morte Brasil afora. A sociedade brasileira, a comunidade internacional e os governos cujos países importam essas mercadorias precisam estar cientes disso e devem tomar medidas efetivas para colocar um freio nessa situação.

Diante dos golpes e agressões em curso contra os povos originários, cumpre-nos fazer ressoar as palavras do Papa Francisco que interpela o mundo ao afirmar que “com efeito, para eles, a terra não é um bem econômico, mas dom gratuito de Deus e dos antepassados que nela descansam, um espaço sagrado com o qual precisam de interagir para manter a sua identidade e os seus valores. Eles, quando permanecem nos seus territórios, são quem melhor os cuida”. (Laudato Si 146).

Repudiamos com veemência a publicação da Portaria 683/17 e cobramos sua imediata revogação. Por fim, manifestamos irrestrita solidariedade aos Guarani e com eles afirmamos: o Jaraguá é Guarani.

*_Brasília, DF, 22 de agosto de 2017_*
*_Conselho Indigenista Missionário-Cimi_*

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Demarcação Indígena: Guarani Kaiowá * antonio Cabral Filho - RJ

Demarcação Indígena: Guarani Kaowá
O Martírio dos Guarani Kaiowá,
documentário sobre a luta dos índios por suas terras
no Mato Grosso do Sul
https://goo.gl/Ydtpj8 
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sexta-feira, 21 de abril de 2017

19 de Abril - Dia dos Povos Nativos do Brasil * Antonio Cabral Filho - RJ

19 de Abril - Dia dos Povos Nativos do Brasil
Índio é a .... 
que não merece ser xingada por ninguém, até porque ela não ensinou seu filho a invadir países e matar gente de outras partes do mundo em troca de vis metais...

Mas é preciso parar com essa estória de chamar os nativos precursores do país hoje denominado Brasil de ÍNDIOS. Primeiro, eles não são índios, pois essa denominação foi criada pelos portugueses mercenários da Coroa para se referir aos habitantes da Índia, para onde eles achavam que se dirigiam. Assim, no momento em que aportaram em Cabrália, próximo a Porto Seguro, na Bahia, tacaram a expressão em todos que apareceram aos seus olhos.

Segundo, essa expressão é ofensiva, uma vez que define alguém como selvagem, primitivo, homem das cavernas, chucro, sem cultura etc, o que não é o caso. Nossos antepassados são detentores de alta cultura; dominam a música, produzem seus instrumentos musicais, são naturalmente dançarinos, criam armas de caça e pesca, vivem harmonicamente com a natureza, não produzem lixo, não desenvolvem doenças e sua medicina é respeitada por todos os estudiosos dignos de consideração. E o aspecto mais importante a respeito deles, é que nunca desenvolveram indústria de guerra. Em toda sua história, apesar dos conflitos que possam existir entre as tribos, nenhuma se conduziu na direção da beligerância, sobretudo armada nos termos em que conhecemos a indústria bélica branca.
Portanto, não procede o uso de qualquer expressão que venha depreciá-los, muito pelo contrário. A indústria de deturpações criada pela sociedade branca só serve para denegrir a ela própria. Haja vista sua criação de doenças... uma vez que se acha tão científica!
Mas queria deixar aqui um convite à reflexão sobre os últimos acontecimentos sobre os Povos Nativos do Brasil:
http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2017-04/povos-indigenas-conheca-os-direitos-previstos-na-constituicao 
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domingo, 19 de fevereiro de 2017

Resistência Indígena - Filme * Antonio Cabral Filho - RJ

Resistência Indígena
Aborda o drama das Nações Indígenas brasileiras e fronteiriças, permanentemente sob a ameaça dos invasores: religiosos, madeireiras, extrativistas, ambientalistas, curiosos, desintegrados da sociedade capitalista buscando refúgio e cura para seus "maus estares da civilização branca", pensando que uma aldeia indígena é uma clínica, que uma tribo tem alguém provendo a sua subsistência, que o cotidiano de uma nação indígena é um piquenique....
Acesse
http://www.videocamp.com/pt/playlists/resistencia-indigena 
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sábado, 21 de janeiro de 2017

Nota Da APIB Contra Intervenção Golpista Na FUNAI * Antonio Cabral Filho - RJ

Nota Da APIB Contra Intervenção Golpista Na FUNAI

 
Nota de Repúdio contra a Portaria Nº 68 que muda os
procedimentos de demarcação das terras indígenas

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) atendendo o clamor de suas bases manifesta publicamente a sua indignação e repúdio à decisão do governo de facto de Michel Temer de publicar por meio do seu Ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, a Portaria Nº 68, de 14 de janeiro de 2017, através da qual, pretende mudar os procedimentos de demarcação das terras indígenas estabelecidos pelo Decreto 1775 / 96.

O governo, com essa medida, rasga de cara o texto constitucional que reconhece os direitos indígenas, e o Decreto 1775 que embasa a demarcação das terras indígenas.

A Constituição afirma: “São reconhecidos aos índios, sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarca-las, proteger e fazer respeitar todos seus bens”. A carta magna não diz que os povos indígenas só tem direitos a partir da promulgação da mesma, em 1988. No entanto, os inimigos dos povos indígenas fazem de tudo para negar os direitos originários dos povos indígenas às terras que não só tradicionalmente mas milenarmente lhes pertence mesmo não sendo todas as que possuíam no momento da invasão colonial.

A publicação da Portaria Nº 68, - primeira norma explícita de mudanças nos procedimentos de demarcação das terras indígenas-, como foi no caso das indicações do Presidente e de diretores para a Funai, sob pressão do Partido Social Cristão (PSC) é só mais um indicativo de que o Governo Temer é mesmo subserviente do poder econômico vinculado ao agronegócio e de seus porta-vozes agrupados na bancada ruralista do Congresso Nacional. Nesse sentido, após ter negado a existência de um novo decreto que altera o procedimento de demarcação, publica uma portaria recheada de propostas contidas na minuta desse instrumento vazada pela imprensa a finais de 2016, todas absolutamente inconstitucionais e violadoras dos direitos originários dos povos indígenas.

A portaria manifesta de início preocupação pela desconstituição do “domínio privado” em decorrência das demarcações; deturpa o texto constitucional na tentativa deslegitimar as demandas territoriais dos povos indígenas; manipula o teor do decreto 1775 e da Declaração da ONU sobre os direitos dos povos indígenas, redunda em procedimentos, como o princípio do contraditório já assegurado desde os inícios do processo de demarcação, e institui um Grupo de Trabalho que terá o propósito de “avaliar” os processos de demarcação das terras indígenas, possibilitando que decisão de natureza política prevaleça sobre as conclusões de estudos técnicos e multidisciplinares da Funai; abre as possibilidade da realização de diligências, audiências públicas e meios de participação das “partes interessadas”; e propõe a observância de uma “jurisprudência do STF sobre a demarcação de Terras Indígenas” que não existe.

Contrariamente ao propósito de “conciliar celeridade e segurança jurídica”, o governo Temer cria mais entraves à conclusão dos procedimentos de demarcação, ou seja, quer inviabilizar a demarcação das terras indígenas, o que faz mediante a criação de uma instancia política no âmbito do ministério da justiça para subsidiar a tomada de decisão sobre os processos de demarcação, enfraquecendo, assim, a já fragilizada Funai e seus análises de mérito sobre o direito territorial dos povos indígenas. Em suma, o governo baixa uma portaria para emperrar ou inviabilizar a demarcação das terras indígenas em favor dos invasores desses territórios.

Mais uma vez esse governo desrespeita a legislação que garante a participação dos povos indígenas na tomada de decisões que os afeta e avança nos seus propósitos de desconstruir os direitos indígenas assegurados pela Constituição e tratados internacionais assinados pelo Brasil, como a Convenção 169 de Organização Internacional do Trabalho.

Se quiser mesmo dar celeridade às demarcações das terras indígenas e seguridade jurídica aos povos indígenas, o governo Temer, por meio de seu ministro da justiça, deve revogar imediatamente a Portaria 68, a qual constitui notoriamente mais um ataque frontal, flagrante violação aos direitos humanos fundamentais dos povos indígenas que vem sendo denunciada reiteradamente por esses povos e seus aliados, inclusive em foros internacionais.

A APIB e suas organizações não se calarão diante de tamanhas atrocidades, repudiam integralmente o conteúdo da Portaria 68, que constitui mais uma afronta aos povos indígenas, exigem a sua revogação imediata e convocam as suas bases para a primeira mobilização nacional contra essas ameaças. Que a partir da primeira semana de fevereiro estejamos todos juntos e firmes mobilizados na luta nas distintas regiões e na capital federal. Pela garantia dos direitos dos nossos povos.

Brasília – DF, 19 de janeiro de 2017.

Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB
Mobilização Nacional Indígena

Com Kleber Karipuna, Francinara Soares,Maximiliano Correa Menezes, Puyr Tembé, Angela Kaxuyana, Marcos Sabaru Campos, Antonio Ricardo Dourado Tapeba, Weibe Tapeba, Paulo Henrique Vicente Oliveira, Zezico Guajajara,Fabiana Guajajara, Fabiana Vaz de Melo, Fabiana Fete, Maria Eva Canoé, Maria Paula FernandesDinamam Tuxá, David Karai Popygua, Marcos Marcos Tupã Mbya, Lindomar Terena, Luiz Henrique Eloy, Eric Marky, Mauro Siqueira,Mauricio Guetta, Délio Alves, Antonio Carlos DE Souza Lima, Nelson Mutzie, Srewe Brito, Yby Porang, Sarapó Pankararu, Romancil Gentil Creta,Ivan Bribis Rodrigues Kaingang, Ivan Polcate,Ninawa Huni Kui, Wallace Apurina, Evangelista Apurinã, Ubirajara Sompre. Domingos Xakriaba,Ana Patte, Rildo Mendes Erisvan Bone, Luis Carlos Guajajara, Suluene Kuzawy, Bruno Caragiu Guajajara, Marcilene Guajajara, Surama TenteharArão Marize Lopes Tania Pacheco, Cassio Valente, Yakari Waritu Mehinaku Kuikuro, Clovis Marúbo, Jader Franco Marubo,

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Eletronorte & Golpista Contra Waimiri Atroari * Antonio Cabral Filho - RJ

Eletronorte & Golpista Cometem
 Atrocidades Contra o Povo Waimiri Atroari
Confira...
http://racismoambiental.net.br/2016/10/04/balbina-no-pais-da-impunidade-o-caso-waimiri-atroari-nao-e-um-exemplo-a-ser-seguido/ 
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Golpistas Ameaçam As Terras Indígenas * Antonio Cabral Filho - RJ

Golpistas Ameaçam As Terras Indígenas


Documento da CGU Golpista condena formas de demarcação das terras indígenas alegando "fragilidades" e finaliza colocando todas as demarcações feitas até agora sob revisão. Confira...
http://www.cgu.gov.br/noticias/2016/10/ministerio-da-transparencia-avalia-politica-de-demarcacao-de-terras-indigenas 
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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

domingo, 15 de janeiro de 2017

Kaká Werá - Ativismo Etnoambiental * Antonio Cabral Filho - Rj

Kaká Werá - Ativismo Etnoambiental
http://kakawera.blogspot.com.br/ 
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Conheça este ativista ambiental empenhado na luta em prol da defesa das comunidades indígenas.
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sábado, 14 de janeiro de 2017

Arte Popular Do Brasil * Antonio Cabral Filho - Rj

Arte Popular Do Brasil
Conceição Dos Bugres
http://artepopularbrasil.blogspot.com.br/ 
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Este blog é uma exposição da arte natural de Conceição dos Bugres. Não só vale a pena conhecer, como também se deleitar com seu estilo espontâneo de esculpir. 
Confira
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Literatura Indígena Nas Escolas * Antonio Cabral Filho - Rj

Literatura Indígena Nas Escolas
http://escritoresap.blogspot.com.br/2010/12/literatura-indigena-nas-escolas.html 
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Amapá debate a literatura indígena nas escolas. 
Confira!
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Eliane Potiguara - Literatura Indígena * Antonio Cabral Filho - Rj

Eliane Potiguara - Literatura Indígena
http://elianepotiguara.blogspot.com.br/ 
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Quero convidar a todos para conhecer Eliane Potiguara, uma escritora indígena brasileira.
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